Ronaldo Caiado, do PSD, deu início à sua propaganda eleitoral no sábado, 29 de agosto de 2026, com a divulgação de um vídeo que apresenta sua biografia, um balanço de sua gestão e críticas diretas ao PT (Partido dos Trabalhadores). O material foi veiculado nas redes sociais do candidato na sexta-feira anterior, 28 de agosto de 2026.
O vídeo, que tem duração de 2 minutos, posiciona o governador de Goiás como um adversário firme do partido que atualmente está no poder. O tema central da peça é a "coragem", abordando a disposição de Caiado em enfrentar a esquerda e governar com resultados. Ele afirma, em suas palavras, que é sua missão "tirar o PT de vez do poder".
O horário eleitoral, cujo custo total é estimado em quase R$ 1 bilhão, teve início na sexta-feira e se estenderá até o dia 1º de outubro. Durante esse período, os comerciais dos candidatos à presidência serão transmitidos às terças, quintas e sábados.
A narrativa do vídeo começa com a trajetória de Caiado, que é apresentado como um médico que optou por atuar em hospitais públicos. A peça ressalta que ele foi um dos primeiros a enfrentar a esquerda, referindo-se a um momento em que, segundo o material, o PT começou a invadir terras de agricultores. Também é mencionado seu casamento de 35 anos com Gracinha, que é descrita como "essa baiana arretada".
Na sequência, o vídeo destaca as realizações de Caiado em Goiás, citando ações nas áreas de saúde, educação e transporte. O governador é elogiado por ter introduzido medidas de inteligência artificial no Estado, além de ter enfrentado facções criminosas, como o Primeiro Comando e o Comando Vermelho, resultando na prisão de líderes dessas organizações. O bloco conclui com a afirmação de que 9 em cada 10 goianos aprovam seu governo.
Na segunda parte do vídeo, o tom muda, passando a um ataque ao governo federal. Caiado responsabiliza o PT pela violência urbana e pela instabilidade econômica que o Brasil enfrenta. Ele afirma que a "omissão, conivência e incompetência" dos governantes nos últimos 20 anos levaram o país à atual crise, onde a criminalidade se tornou predominante e as pessoas se sentem inseguras.