O senador Flávio Bolsonaro, do PL, se destaca nas intenções de voto para a presidência no Estado do Rio de Janeiro, conforme revelam os dados da pesquisa realizada pela Real Time Big Data entre os dias 9 e 12 de setembro de 2026. Em um cenário de segundo turno, Flávio obtém 47% das preferências, superando o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que registra 41%. A pesquisa, que envolveu 2.000 eleitores, apresenta uma margem de erro de 2 pontos percentuais e um grau de confiança de 95%.
No contexto do primeiro turno, Flávio Bolsonaro também se mostra à frente de Lula, com 40% das intenções de voto, enquanto o presidente aparece com 33%. O escritor Augusto Cury, do Avante, ocupa a terceira posição, com 8%, seguido por Renan Santos, da Missão, que tem 6%. Outros candidatos, como Pablo Marçal (PRTB), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), têm 2% cada um. A soma de brancos e nulos é de 3%, e 3% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Em um cenário espontâneo, onde os nomes dos candidatos não são apresentados, tanto Lula quanto Flávio aparecem empatados com 29% das intenções de voto. Augusto Cury e Renan Santos somam 3% cada, enquanto Ronaldo Caiado tem 1%. Outros candidatos totalizam 3%, com brancos e nulos representando 8% e 24% dos entrevistados não sabendo ou não respondendo.
A pesquisa também mede a rejeição dos candidatos, onde Lula se destaca com a maior taxa, atingindo 52%. Flávio Bolsonaro está logo atrás, com 48% de rejeição. Pablo Marçal possui 37%, enquanto Renan Santos e Ronaldo Caiado têm 35% e 32%, respectivamente. Romeu Zema e Augusto Cury apresentam uma rejeição de 30% cada. Outros candidatos, como Wilson Grassi (Democrata) e Rui Costa Pimenta (PCO), têm 28% e 27% de rejeição, respectivamente. Hertz Dias (PSTU) chega a 24%, enquanto Samara (UP), Edmilson Costa (PCB) e Clariana Barão (DC) têm 19% cada. Um por cento dos entrevistados afirmaram que poderiam votar em todos os candidatos, e 1% não soube ou não respondeu. É importante ressaltar que, na questão sobre rejeição, os entrevistados puderam citar mais de um candidato, o que explica a soma que não atinge 100%.