O Partido Liberal (PL) do Distrito Federal anunciou, em uma publicação nas redes sociais no dia 7 de outubro, que Flávio Bolsonaro, caso seja eleito como Presidente da República, assegurará a continuidade do Bolsa Família. Na mensagem, o PL destacou que mesmo aqueles que estão empregados poderão continuar recebendo o benefício.
Atualmente, a elegibilidade para o Bolsa Família é determinada pela renda familiar, que é o critério principal para a concessão do auxílio. Beneficiários que possuem carteira assinada, atuam como autônomos, são microempreendedores individuais ou exercem qualquer atividade remunerada podem ter acesso ao programa, desde que a renda per capita da família não ultrapasse R$ 218.
As regras estabelecem que, caso a renda familiar supere os R$ 218 por pessoa, mas permaneça abaixo do equivalente a meio salário mínimo, a família não perde o benefício de imediato. Nesse caso, a assistência é reduzida para 50% do valor original e pode ser mantida por um período de até 18 meses.
Essa proposta do PL é uma tentativa de ampliar o apoio popular ao candidato, ressaltando a importância do Bolsa Família como uma rede de proteção social, especialmente em tempos de dificuldades econômicas. A estratégia inclui garantir que os beneficiários não sejam desamparados mesmo quando inseridos no mercado de trabalho.
A discussão sobre a continuidade do Bolsa Família e suas regras é um tema central nas eleições, refletindo as preocupações da população com a manutenção de políticas sociais que atendem a uma parcela significativa da sociedade brasileira. A posição do PL pode influenciar a percepção dos eleitores em relação à candidatura de Flávio Bolsonaro, dado o histórico do programa e seu impacto na vida de milhões de brasileiros.