Christian Horner, que ocupou o cargo de chefe da equipe Red Bull Racing na Fórmula 1, recebeu uma indenização de 100,482 milhões de libras, equivalente a R$ 665,73 milhões, após sua saída em julho de 2025. A quantia foi divulgada em documentos financeiros da Companies House, órgão responsável pelo registro de empresas no Reino Unido, em 5 de outubro de 2026.
A indenização foi distribuída entre duas empresas do Grupo Red Bull. A Red Bull Racing pagou 33,494 milhões de libras, que se traduzem em R$ 221,56 milhões, enquanto a divisão tecnológica do grupo, a Red Bull Technologies, desembolsou 66,988 milhões de libras, totalizando R$ 444 milhões.
Além das indenizações, os documentos também revelaram a remuneração regular de Horner enquanto esteve à frente da equipe. Na Red Bull Racing, ele recebeu 4,441 milhões de libras, o que corresponde a R$ 29,43 milhões, e Na Red Bull Technologies, o diretor mais bem pago recebeu 9,029 milhões de libras, aproximadamente R$ 60 milhões.
Horner também exercia funções de direção na Red Bull Powertrains e na Red Bull Advanced Technologies. Os balanços dessas empresas indicam que a remuneração dos diretores foi paga por outras companhias pertencentes ao Grupo Red Bull.
Após 20 anos de serviço, Horner deixou o comando da Red Bull Racing em 9 de julho de 2025, sendo sucedido por Laurent Mekies, que liderava a Racing Bulls, outra equipe do grupo. Ele formalizou sua saída de todos os cargos nas empresas do grupo em 13 de agosto do mesmo ano.
Durante sua gestão, iniciada em 2005, a Red Bull conquistou diversos títulos mundiais de construtores, que são concedidos à equipe com o melhor desempenho acumulado entre seus pilotos ao longo da temporada. Além disso, os pilotos da equipe também alcançaram campeonatos mundiais individuais.