Cláudia Raia decidiu recorrer ao Poder Judiciário após constatar o uso não autorizado da imagem de seu filho mais novo, Luca Raia. O processo foi aberto em 18 de setembro e visa combater a utilização indevida de fotos que foram manipuladas por inteligência artificial.
As imagens originais, publicadas pelo casal em fevereiro, foram alteradas para mostrar Luca em trajes e adornos relacionados a religiões de matriz africana. Esse conteúdo foi usado para disseminar informações falsas, insinuando que Raia e seu parceiro, Jarbas, teriam submetido o filho a um ritual de iniciação no Candomblé.
Em sua ação, Cláudia Raia e Jarbas relataram que a situação prejudicou a honra e a privacidade de sua família. Eles afirmaram que o episódio resultou em especulações, julgamentos públicos e controvérsias baseadas em uma montagem enganosa.
Os atores solicitaram à Justiça uma indenização por danos morais no valor de R$ 40 mil. Caso obtenham sucesso na ação, metade do montante será destinada ao filho e a outra parte será dividida entre o casal.
Em uma decisão proferida em 25 de setembro, o juiz Otavio Tioiti Tokuda concedeu a liminar solicitada, determinando a remoção das publicações questionadas e a preservação dos dados das contas envolvidas.