A reeleição de Luiz Inácio Lula (PT) em 25 de outubro, após derrotar Flávio Bolsonaro (PL), consolidou o "L" de Lula como um símbolo utilizado por políticos e manifestantes de esquerda em diferentes países. O gesto foi reproduzido pela presidente do México, Claudia Sheinbaum, e pela ex-prefeita de Barcelona Ada Colau, que em discurso Na Espanha declarou: "Pela ESPERANÇA. Palestina livre, por Lula no Brasil, pela ESPERANÇA".
A adoção do símbolo também foi registrada No Chile, onde parlamentares repetiram o gesto no Congresso para celebrar a vitória eleitoral, no Líbano, em manifestações de apoio à reeleição, e na Itália, durante ato CONTRA a EXTREMA DIREITA. Na França, apoiadores de Jean-Luc Mélenchon, fundador da França Insubmissa, fizeram o "L" e depois o transformaram em "M" em referência ao líder.
Além do gesto, o modelo de organização digital inspirado no canal "Exército do Lula" tem sido replicado por grupos de esquerda. Na Argentina, o Ejército del Peronismo, ligado à ala jovem e mais à esquerda do Peronismo, principal força de oposição ao presidente Javier Milei, passou de 41.000 para 60.000 integrantes, crescimento de 46,34%.
Na França, o canal L'équipe de Mélenchon officielle, que reúne apoiadores do líder da esquerda francesa, cresceu 157,89%, passando de 57.000 para 147.000 participantes. Já Na Espanha, o La fuerza de la gente, criado em apoio ao primeiro-ministro Pedro Sánchez, do PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), avançou 68%, de 25.000 para 42.000 integrantes.