Um LEITOR identificado como TANCRÊDO Loyo denuncia o que classifica como "arboricídio" na Praça de Casa Forte, na Zona Norte do Recife. Segundo ele, uma poda da Emlurb usou motosserra para agredir uma árvore que estava sadia, com estrago visível no chão. O LEITOR argumenta que, se a planta não estivesse saudável, deveria ser erradicada com a devida reposição. Ele elogia o trabalho da jornalista Letícia Lins, que vem catalogando o crescimento de casos semelhantes na cidade, e critica o avanço do concreto até em parques públicos.
Na Zona Sul, a leitora Sara Coimbra relata que cerca de 70% dos postes da Via Mangue estão com a iluminação completamente apagada. Ela afirma que circular pela via expressa à noite se torna estranho, principalmente para as mulheres, e que a escuridão chega até a altura do recém-inaugurado Parque Governador Eduardo Campos. A leitora pede a substituição urgente das lâmpadas.
Outro LEITOR, José Paulo Vasconcelos, avalia o pós-eleição de 2026. Ele lembra que o segundo turno terminou em 25 de outubro e que, desde 1989, com a redemocratização, quem vencia o primeiro turno confirmava a vitória no segundo. Desta vez, segundo ele, o cenário foi diferente, com derrota de quem se considerava vitorioso por mais de quatro milhões de votos de diferença. Vasconcelos critica a movimentação para discutir 2030 apenas uma semana após o pleito e defende que se dê tempo ao novo governo, que começa em 5 de janeiro do próximo ano. Ele também questiona os que só passaram a duvidar das urnas em 2022 e afirma que é preciso aceitar a vontade popular expressa nos votos.
Silvio Romero, por sua vez, critica jornalistas, comentaristas e cientistas políticos que, segundo ele, passaram o ano apenas criticando o governo sem apresentar soluções e agora se dedicam a orientar o presidente reeleito. Ele diz que a população atual é esclarecida, que os jovens participam de movimentos sociais e que os mais velhos também têm consciência política. Romero pede opiniões justas, mas sobretudo propostas, e afirma que criticar por criticar é fácil, enquanto apontar caminhos e assumir responsabilidade pelas próprias ideias é difícil. Ele encerra dizendo que daqui a quatro anos tem mais eleição.
Por fim, a Assessoria de Imprensa da Compesa respondeu à leitora Edna Mesquita sobre o trecho entre a Praça do Derby e a Avenida Agamenon Magalhães. Segundo a nota, uma equipe esteve no local e constatou que a tampa mencionada pertence ao sistema de drenagem urbana, cuja gestão é do órgão municipal competente, não sendo atribuição da Compesa.