SÃO PAULO, SP – A principal linha de investigação sobre a produção de bebidas falsificadas em São Paulo aponta para a possibilidade de que os falsificadores tenham utilizado metanol por engano. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (6) pelo secretário da Segurança Pública do estado, Guilherme Derrite.
As autoridades trabalham com a hipótese de que o metanol, substância altamente tóxica, tenha sido adicionado às bebidas de forma não intencional durante o processo de falsificação. A investigação busca determinar como o metanol foi parar na produção e se houve negligência por parte dos responsáveis pela falsificação.
O caso ganhou destaque após o aumento de relatos de pessoas com sintomas de intoxicação após consumirem bebidas alcoólicas de origem duvidosa. As autoridades de saúde emitiram alertas para que a população evite o consumo de bebidas de marcas desconhecidas ou comercializadas em locais não autorizados.
As investigações continuam em andamento para identificar e prender os responsáveis pela produção e distribuição das bebidas falsificadas. A polícia também busca determinar a extensão da distribuição das bebidas contaminadas e recolher os produtos que ainda possam estar no mercado. O objetivo é evitar novas vítimas e garantir a segurança da população.