A campanha de Flávio Bolsonaro na reta final do segundo turno foi atingida por uma sequência de revelações e contradições. Durante a transmissão ao vivo do Programa do Noblat, os analistas Ricardo e Guga dissecaram os episódios que colocaram o candidato do PL na defensiva.
Um dos pontos centrais foi o resgate de antigas postagens apagadas nas redes sociais. Nelas, Flávio e seu irmão Carlos chamavam o Bolsa Família de "bolsa farelo" e "bolsa vagabundo", em contraste com a postura atual do candidato, que tenta demonstrar compromisso com programas sociais.
As bancadas do PT no Congresso assinaram pedidos de CPMI para investigar a lobista Roberta Luchsinger e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O movimento lançou um desafio à oposição para que apoiasse também uma CPI sobre o Banco Master, Daniel Vorcaro e os desvios no INSS envolvendo o senador. O cerco se completou com reportagem apontando que o escritório de advocacia de Flávio emitiu R$ 13,7 milhões em notas fiscais suspeitas, além da formalização no TSE do termo de renúncia de sigilo de Lula e de seus familiares. Flávio permaneceu isolado e sem resposta.
O programa também exibiu vídeos históricos de Flávio defendendo abertamente milícias na Alerj e debateu a explosão de doações empresariais milionárias para o candidato do PL.