A campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou um vídeo nesta terça-feira (6 de outubro de 2026) que ressalta a importância das decisões tomadas pelos eleitores, destacando que algumas conquistas podem ser irreversíveis. Entre os pontos abordados, estão o fim da escala 6 X 1, que proporciona dois dias de descanso aos trabalhadores, e o programa Farmácia Popular, ambos considerados vitórias para a população.
Na narrativa do vídeo, é enfatizado que "na vida não existe 'e se'. Nas eleições, menos ainda". A propaganda destaca que as escolhas feitas nas urnas têm consequências duradouras, e que o que foi perdido não pode ser recuperado. A mensagem central é que os eleitores devem estar cientes do que está em jogo e que a responsabilidade pela decisão é inteiramente deles.
O material audiovisual também menciona outras conquistas do governo Lula, como a valorização do salário mínimo, o programa Mais Médicos, o Pé-de-Meia universal, o reajuste de aposentadorias e a isenção do Imposto de Renda. Essas iniciativas são apresentadas como motivos para que os cidadãos não deixem que essas conquistas sejam comprometidas nas próximas eleições.
O vídeo, que utiliza a metáfora de papéis que aparecem e somem na palma da mão, reforça a ideia de que muitas escolhas podem mudar a trajetória de vida dos eleitores. A mensagem é clara: "não deixe ninguém levar o que você conquistou. A decisão é toda sua".
O cenário eleitoral se intensifica, especialmente com os números das votações. No primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) obteve 47,03% dos votos válidos, superando Lula, que alcançou 45,16%. O segundo turno está agendado para o dia 25 de outubro, quando os eleitores terão a oportunidade de decidir entre os dois candidatos.
Com a proximidade da nova votação, a campanha de Lula busca mobilizar os eleitores, lembrando-os das conquistas passadas e alertando sobre as possíveis perdas futuras. A estratégia é clara: fazer com que a população reflita sobre a importância de suas escolhas e suas repercussões na sociedade.