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Flávio Bolsonaro e Lula ajustam estratégias para o 2º turno da eleição

Com o 2º turno marcado para 25 de outubro, Flávio Bolsonaro busca consolidar apoios enquanto Lula tenta reorganizar sua campanha. Apoios de partidos e...

Os candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão em fase de adaptação para o 2º turno das eleições, agendado para 25 de outubro. Após liderar a votação no 1º turno, Flávio tem se dedicado a formalizar apoios e demonstrar unidade em torno de sua candidatura. Em contrapartida, Lula tem enfrentado o desafio de reorganizar sua campanha, que, segundo aliados, se mostrou desestruturada após a expectativa de vitória no 1º turno.

Na terça-feira, 6 de outubro, Flávio se reuniu com integrantes do Republicanos em Brasília, onde também participou o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que agora assume um papel mais ativo na campanha. Na mesma data, o candidato do PL se deslocou a Goiânia, onde recebeu o apoio do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), que ficou em 5º lugar na disputa. Tarcísio novamente se juntou a Flávio nesse encontro.

O PT, por sua vez, buscou seguir um caminho semelhante, mas sem sucesso. Também na terça, o presidente do PT, Edinho Silva, revelou que o partido tentava conquistar o apoio de lideranças do Republicanos e do PSD. Contudo, Gilberto Kassab, presidente do PSD, sinalizou que a sigla permaneceria neutra, permitindo que os petistas buscassem apoio de dirigentes regionais.

Na manhã de quarta-feira, 7 de outubro, Flávio recebeu mais apoios após uma reunião no quartel-general de sua campanha em Brasília. Ficou acertado que o Republicanos e o Progressistas estariam ao seu lado no 2º turno. O evento contou com a presença de ACM Neto, vice-presidente da União, e da senadora Tereza Cristina.

Em entrevista, Flávio precisou esclarecer suas declarações feitas em Goiânia sobre a intenção de "mudar a Constituição" para "redemocratizar o país". Ele explicou que, por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição e com uma nova bancada favorável a partir de 2027, pretende reformar o Judiciário, diminuir a maioridade penal e extinguir a reeleição, em resposta às críticas recebidas.

Ainda no quartel-general de sua campanha, o partido Novo anunciou seu apoio a Flávio. A atmosfera contrasta com a situação do PT, que enfrenta dificuldades na articulação de alianças.

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