A determinação de Kassio Nunes Marques foi para que a Assessoria de Enfrentamento à Desinformação informe sobre conteúdos falsos já abordados pelo TSE e se há indícios de uma atuação coordenada para a sua disseminação.
A situação envolvendo o canal 'Exército do Lula' gerou uma série de decisões conflitantes no TSE, com reclamações oriundas das campanhas de ambos os candidatos. Inicialmente, Kassio Nunes Marques havia ordenado a retirada do canal do ar, porém, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva reverteu essa decisão, considerando que os argumentos apresentados pela campanha de Flávio não eram suficientes para justificar a suspensão total do canal.
No mesmo dia, o vice-presidente do TSE, André Mendonça, determinou que a campanha de Lula interrompesse a promoção paga de postagens nas redes sociais que continham a mensagem 'se Flávio Bolsonaro vencer, você perde'. Essa sequência de decisões reflete a tensão entre as campanhas e a vigilância do TSE em relação à disseminação de informações durante o período eleitoral.