Lionel Messi se prepara para um momento significativo em sua carreira nesta terça-feira, 6 de setembro. A partir das 20h (horário de Brasília), ele disputará sua última partida pela seleção principal da Argentina no Estádio Mâs Monumental, em Buenos Aires, contra o Benin.
Aos 39 anos, Messi reconhece que a sua trajetória como jogador está se aproximando do fim, mas já traça planos para o futuro. Em vez de se afastar do futebol, o atleta argentino está construindo um império de clubes e negócios que o manterá conectado ao esporte.
Recentemente, Messi adquiriu o Eldense, um clube que compete na segunda divisão do futebol espanhol. Essa aquisição chamou a atenção por envolver seu rival histórico, Cristiano Ronaldo, que recentemente comprou 30% do capital do Almería, equipe que disputará a competição com o Eldense.
O investimento no Eldense não é isolado. Messi já havia investido anteriormente no UE Cornellà, que disputa a quinta divisão da Espanha, e também fundou o Deportivo LSM, no Uruguai, em parceria com Luis Suárez, seu amigo e colega de equipe. Essas iniciativas fazem parte de um plano mais amplo que visa criar uma rede de clubes.
O principal objetivo de Messi é desenvolver uma estrutura que permita o crescimento de jogadores e suas transferências entre os clubes de forma sustentável. Atualmente, a gestão desses projetos está sob a responsabilidade de pessoas de confiança do jogador, que deve assumir um papel mais ativo após encerrar sua carreira como atleta.
Embora o Newell's Old Boys, clube que faz parte de sua história, seja uma possibilidade futura, por enquanto, essa opção está descartada. Messi também está diversificando seus investimentos com um projeto de restaurantes chamado El Club de la Milanesa, que prevê a abertura de cinco unidades na Catalunha, além de uma colaboração com a Stanley para desenvolver uma linha de produtos voltados para o mate argentino.