A campanha de Lula argumentou que a Meta estava criando um desequilíbrio na disputa presidencial, uma vez que as falhas técnicas estariam impactando a estratégia digital do candidato durante o segundo turno, agendado para o dia 25 de outubro. Em resposta, a Meta contestou essa interpretação, afirmando que cumpre as normas eleitorais brasileiras e que muitos dos problemas citados não se restringem ao Brasil ou a contas específicas em suas plataformas.
A empresa reiterou seu compromisso em tratar todos os usuários de forma equitativa. Em um desdobramento da situação, o Tribunal Superior Eleitoral determinou que a Meta apresente esclarecimentos técnicos sobre os problemas relatados em um prazo de 48 horas. A decisão foi proferida pelo ministro Marco Aurélio Bellizze.