Até as 13h de segunda-feira (26.out.2026), 15 partidos políticos brasileiros haviam reconhecido publicamente a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25.out.2026). Lula foi reeleito para o quarto mandato com 51,8% dos votos válidos, contra 48,2% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A vantagem do petista foi de 4,4 milhões de votos.
Desde o primeiro turno, Lula contou com a coligação formal de sete siglas de esquerda e centro-esquerda: PT, PC do B, PV, PSB, PDT, Psol e Rede. Outras oito legendas manifestaram reconhecimento à vitória do petista, incluindo algumas que apoiaram Flávio Bolsonaro no segundo turno, como Republicanos e Podemos. Em comunicado, o Podemos parabenizou o presidente eleito e afirmou que seguirá atuando com independência no Parlamento.
Até o mesmo horário, 13 siglas não haviam publicado comunicados nesse sentido: PP, PRD, PL, Solidariedade, Avante, Mobiliza, Agir, DC, PRTB, Novo, Democrata, Missão e PCO. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, CONFIRMOU a vitória de Lula e afirmou que a votação ocorreu com segurança. Flávio Bolsonaro contestou o resultado, classificou-o como "inaceitável" e declarou que solicitará a anulação do pleito.
O horário de encerramento da votação foi prorrogado das 17h para as 19h por liminar do Supremo Tribunal Federal, a pedido das duas campanhas, devido a relatos de falta de transporte público em Salvador (BA) e em São Paulo (SP). A campanha de Flávio Bolsonaro também pediu extensão do horário em municípios afetados por fortes chuvas. A decisão valeu para todo o país, e o processo de encerramento foi mantido conforme orientação posterior transmitida aos Tribunais Regionais Eleitorais. Depois das 17h, foram registrados 35.000 votos.