O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), celebrou na quarta-feira (9 de setembro de 2026) os resultados do Estado no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), destacando que São Paulo alcançou o "melhor resultado" de sua história. Na última edição, divulgada na véspera, o Estado foi classificado em 2º lugar entre as 27 unidades da Federação.
Tarcísio enfatizou a evolução do Estado nas áreas de ciências, leitura e matemática, ressaltando que a pontuação de 427 pontos no total o coloca atrás apenas do Paraná, que obteve 436 pontos. No detalhamento das áreas avaliadas, São Paulo registrou 434 pontos em leitura, 443 em ciências e 404 em matemática.
O governador ressaltou a importância do Pisa como uma avaliação reconhecida globalmente, que mede a aplicação de conhecimentos em situações cotidianas. "É uma prova que é reconhecida internacionalmente, que compara os países, que mede determinadas habilidades, o raciocínio lógico, o conhecimento aplicado a situações da vida", afirmou Tarcísio durante uma visita ao Armazém Solidário, localizado no Parque Grajaú, na zona sul da capital paulista.
Tarcísio expressou satisfação com o resultado e afirmou que o governo continuará a trabalhar para melhorar ainda mais os indicadores educacionais. "São Paulo realmente dando uma arrancada, se destacando no cenário nacional, acima da média nacional em todas as provas avaliadas e também atingindo a segunda colocação No Brasil", declarou. Ele também mencionou que o resultado é uma motivação para que a gestão busque melhorias constantes.
Historicamente, São Paulo ocupava a 11ª posição entre as unidades da Federação em 2006, passando para a 7ª em 2009 e mantendo essa posição em 2012. Em 2015, o Estado avançou para a 6ª colocação e, finalmente, alcançou o 2º lugar em 2025.
É importante notar que o resultado foi divulgado durante o ano eleitoral, em que Tarcísio busca a reeleição ao governo paulista. Contudo, o avanço na avaliação é resultado de esforços que transcendem as administrações estaduais e não pode ser atribuído apenas ao atual governo.