O Tribunal Superior Eleitoral atualizou, neste domingo (4 de outubro de 2026), um relatório que demonstra a estabilidade do sistema de votação durante o 1º turno das eleições no Brasil. Até as 15h30, foi registrado que a votação manual não ocorreu em nenhuma seção eleitoral do país, com um percentual de 0% em todas as localidades.
O total de 1.544 urnas eletrônicas foi substituído por equipamentos de contingência, representando 0,28% do total de 499.248 urnas ativas em uso nas eleições. Para atender às demandas do pleito, que conta com 158.745.463 eleitores habilitados, a Justiça Eleitoral disponibilizou 50.038 urnas de reserva.
Em municípios que utilizam a identificação biométrica, de um total de 346.608 dispositivos instalados, 971 necessitaram de troca, o que corresponde a 0,28%. Em locais com identificação híbrida e seções no exterior, 535 das 152.640 urnas ativas foram substituídas, resultando em 0,35%. Nessa mesma categoria, 39 urnas de reserva também foram trocadas.
Analisando os dados por estado, São Paulo registrou o maior número de substituições, com 299 urnas trocadas em 103.656 seções, o que equivale a 0,26%. O Rio de Janeiro ficou em segundo lugar, com 185 trocas em 37.675 seções, representando 0,45%. O Paraná, por sua vez, teve 177 substituições, correspondendo a 0,59% de 27.142 seções, seguido por Minas Gerais com 117 (0,21%) e Pernambuco com 109 (0,48%).
O Paraná também se destacou em termos percentuais, apresentando a maior taxa de substituição do país, com 0,59%. Os estados que se seguiram foram Sergipe (0,51%, totalizando 34 urnas), Santa Catarina (0,50%, com 93 urnas), além de Pernambuco e Rio de Janeiro, que também apresentaram taxas significativas de substituição.
No exterior, o TSE contabilizou 916.534 eleitores aptos a votar em 1.351 seções principais. A taxa de substituição de urnas fora do país foi de 0,00%, com nenhuma troca registrada até o meio da tarde.