RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Trump diz que Lula pediu para ele não tomar partido nas eleições brasileiras

Presidente dos Estados Unidos afirmou que não se posicionou sobre a disputa eleitoral no Brasil porque o petista teria feito o pedido. Ele voltou...

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira (29.out.2026) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu para que ele não tomasse partido nas eleições presidenciais brasileiras. Segundo Trump, esse foi o motivo para não ter se manifestado sobre a disputa, que voltou a classificar como "estranha" sem apresentar provas.

"Não quero comentar isso agora, mas achei que a eleição foi um grande constrangimento para o povo brasileiro. Acompanhei a eleição. Não tomei partido. Deixei as coisas seguirem seu curso. O presidente, o atual presidente, me pediu para não tomar partido. E eu não tomei", afirmou Trump a jornalistas.

Trump também disse que conversará com Lula, mas não respondeu se reconhece a vitória do petista. Em sua fala, criticou o processo eleitoral brasileiro, chamou a votação de "vergonhosa" e mencionou reações no mercado financeiro. "Mas, ao observar o que aconteceu no Brasil… bem, basta olhar para o mercado. O mercado despencou. Enfim, achei que foi uma situação muito vergonhosa para o Brasil", declarou.

O republicano tem evitado apoiar a declaração do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de que seria o "verdadeiro presidente" do Brasil. Questionado por jornalistas, disse não querer se pronunciar sobre o caso. Em discurso divulgado em redes sociais, o candidato derrotado no segundo turno das eleições presidenciais de domingo (25.out) afirmou, em primeira versão, ser o "verdadeiro presidente eleito". Uma hora depois, alterou o texto e declarou-se "líder do Brasil".

A declaração ocorreu no mesmo dia em que Flávio e sua família desembarcaram em Miami, depois de deixarem o Brasil. O senador cruzou a fronteira com a Argentina na noite de terça-feira (27.out) e embarcou em um avião privado em Puerto Iguazú, com escala no Equador, antes de chegar aos EUA. Flávio deixou o país um dia depois de ser intimado pela Polícia Federal a entregar os passaportes comum e diplomático. A determinação foi emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que proibiu o congressista de deixar o território brasileiro.

Siga-nos em nossas redes sociais Facebook, Twitter e Instagram. Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9155-5555.