O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na sexta-feira, 17, a proibição dos veículos de comunicação MSNOW, CNN e Politico de acessarem a Casa Branca. Trump justificou a decisão ao afirmar que a cobertura feita por esses meios é "desonesta" e "tendenciosa".
Em uma publicação na Truth Social, Trump expressou que "veículos de comunicação não deveriam poder escrever ou divulgar continuamente ficção e mentiras quando estão cobrindo o presidente dos Estados Unidos, o governo Trump ou os Estados Unidos da América".
Além de proibir os três veículos, Trump também alertou que "outros veículos de Fake News virão em seguida", sem especificar quais seriam. Essa atitude evidencia uma continuidade da postura do governo em relação à mídia, já que outras restrições foram impostas anteriormente.
Em fevereiro de 2025, a Casa Branca já havia restringido o acesso de jornalistas da Associated Press a locais como o Salão Oval e o Air Force One, reforçando um padrão de descontentamento com a cobertura da imprensa.
A relação entre Trump e a mídia se mostra tensa, com o presidente frequentemente criticando reportagens que considera negativas ou falsas. Essa nova proibição pode intensificar o debate sobre a liberdade de imprensa e as relações entre o governo e os meios de comunicação.
A medida também ocorre em um contexto mais amplo de discussões sobre a integridade das informações veiculadas, especialmente em um período em que a desinformação e as Fake News são preocupações globais.