Na manhã seguinte ao 1º turno, Lula se reuniu com membros de sua campanha e aliados para discutir estratégias. Uma das reuniões, liderada pelo governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), abordou a necessidade de uma presença digital mais forte, especialmente considerando que os deputados do PL somam 210 milhões de seguidores, contra 72 milhões de PT e aliados. Manoel Fernandes, diretor da Bites, destacou que a reunião era necessária, mas pode ter chegado tarde demais.
A análise de Tathiana Chicarino, especialista em redes sociais, sugere que a estratégia de aumentar a quantidade de postagens sem um planejamento eficaz pode não ser suficiente para reverter a situação. Embora os números mostrem um ganho imediato de alcance com as selfies, Flávio Bolsonaro continua a atrair mais seguidores e mantém uma média de interações por post mais de quatro vezes superior à de Lula.
Agora, a questão que se coloca é se o crescimento no engajamento de Lula será suficiente para alterar a relação entre menções negativas e positivas nas redes nos dias que precedem o 2º turno.