A cinco dias do segundo turno, marcado para 25 de outubro, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 12 dos 13 levantamentos nacionais compilados. O petista lidera em apenas um estudo. A comparação considera os votos válidos e reúne PESQUISAS com entrevistas realizadas entre 10 e 18 de outubro.
Na pesquisa mais recente, do PoderData/Aya, divulgada na segunda-feira (19.out.2026), Flávio registra 52% dos votos válidos contra 48% de Lula. A diferença de 4 pontos percentuais está fora da margem de erro de 1,8 ponto. A BTG/Nexus, também divulgada na segunda-feira, mostra Flávio com 50,3% e Lula com 49,7%, a menor distância entre os 13 levantamentos, com empate técnico dentro da margem de 2 pontos. A AtlasIntel aponta 51,1% para o senador e 48,9% para o presidente, com margem de 1 ponto.
A Futura registra Flávio com 50,4% contra 49,6% de Lula, diferença de 0,8 ponto e empate técnico na margem de 2,2 pontos. O Datafolha, divulgado em 15 de outubro, mostra 51% a 49%, com empate técnico. A Indexa/Broadcast também registra 51% para Flávio e 49% para Lula. A CNT/MDA aponta 50,5% e 49,5%, respectivamente, enquanto a Quaest traz 46% das intenções totais para Flávio contra 44% de Lula, o que corresponde a 51,1% e 48,9% dos votos válidos. Na Palver, os percentuais recalculados são de 50,51% para Flávio e 49,49% para Lula.
Na Gerp, o senador tem 52% contra 48% do presidente. A Ipespe/Abrapel registra 51,2% para Flávio e 48,8% para Lula. Na DataTrends, Flávio aparece com 51,5% e Lula com 48,5%. A Vox Brasil é o único estudo em que Lula está numericamente à frente, com 51% dos votos válidos contra 49% de Flávio, em levantamento divulgado no domingo (18.out).
As PESQUISAS têm períodos de coleta, amostras e metodologias diferentes, e os resultados não constituem uma série temporal única nem devem ser interpretados como projeções da votação. Todos os levantamentos incluídos tiveram entrevistas realizadas após o primeiro turno, em 4 de outubro, com períodos de coleta entre 7 e 18 de outubro. Em anos eleitorais, só são publicados os estudos com registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa conhecida.