A interdição frequente da passarela ressalta os desafios climáticos enfrentados pelo turismo de natureza no Sul do Brasil. A concessionária Urbia+Cataratas declarou que o acesso será liberado assim que o nível de água do Rio Iguaçu retornar a patamares seguros.
Este fechamento é o terceiro do ano de 2026. Em setembro, a travessia havia sido interditada por quatro dias devido a uma rápida elevação das águas, que oscilou entre 10 milhões e 10,5 milhões de litros por segundo. No mês de julho, a passarela também foi fechada, quando a vazão atingiu 9 milhões de litros por segundo, um índice seis vezes maior do que o habitual.
As chuvas constantes no Paraná têm contribuído para o aumento da vazão do rio, exigindo monitoramento constante das empresas que operam os roteiros turísticos na região. A administração local não definiu uma data específica para a reabertura, que dependerá da redução do volume de água para garantir a segurança dos turistas nas plataformas sobre as cachoeiras.