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Premiação reconhece práticas educacionais inovadoras em todo o Brasil

O Prêmio Educador Nota 10 destaca projetos de excelência em educação, com mais de 3,9 mil inscrições. Finalistas são escolhidos em diversas categorias, com...

O Prêmio Educador Nota 10, que busca reconhecer práticas educacionais de excelência em escolas públicas e privadas do Brasil, recebeu mais de 3,9 mil inscrições neste ano. A premiação é promovida pelo Instituto Somos e pelo Ministério da Cultura, com apoio da Lei Rouanet.

Na categoria Professor/Coordenador, foram selecionados nove finalistas, distribuídos entre os eixos temáticos de Direitos Humanos, Inovação e Tecnologia e Sustentabilidade. Cada eixo premiará os três melhores projetos, com a escolha do Educador do Ano entre os primeiros colocados. Já na categoria Gestor Escolar, três finalistas concorrem ao título de Gestor do Ano.

Os vencedores da categoria Professor/Coordenador receberão R$ 25 mil, além de uma bolsa de pós-graduação no Instituto Singularidades e acesso por 24 meses à plataforma PROFS, que oferece formação continuada. Os segundos colocados ganharão R$ 20 mil, uma bolsa de 50% na pós-graduação e acesso à plataforma por 12 meses. Os terceiros colocados receberão R$ 15 mil, bolsa de 50% na pós-graduação e acesso à PROFS também por 12 meses.

Entre os finalistas da categoria Gestor Escolar está Edileuza Araujo de Souza, da Escola Estadual Floresta, em Paranã (TO). Seu projeto, intitulado Dados que Inspiram Mudança, Resultados que Transformam, implementou uma gestão pedagógica baseada em evidências, utilizando estratégias como Painel Vivo de Aprendizagem e boletins de devolutiva para famílias.

Outro destaque é Qircia Aparecida Fonseca Santana, professora no Colégio Estadual de Tempo Integral de Iraquara, na Bahia. O projeto Leituras Negras: diálogos com as comunidades tradicionais promoveu um intercâmbio entre a literatura afro-brasileira e indígena com saberes das mulheres quilombolas locais.

Daniela Aparecida Ferreira Arfelli, da Escola Estadual Assentamento Santa Clara, em Mirante do Paranapanema (SP), desenvolveu o projeto Vozes em Territórios de Luta: Práticas de Letramento com Estudantes Acampados e Assentados, que visa ampliar o letramento em contextos de vulnerabilidade social. O projeto resultou na produção do livro coletivo Palavras que se Conectam, registrando histórias e identidades dos estudantes.

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