O pré-candidato ao governo do Paraná, Sérgio Moro, filiado ao PL, reportou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que arrecadou R$ 200 mil em doações para sua campanha. As contribuições foram feitas por Jefferson Abou Rejaile e Maurício Abou Rejaile, sócios do Grupo Rejaile, que doaram, cada um, R$ 100 mil.
O Grupo Rejaile é uma empresa familiar que atua na administração de combustíveis, com forte presença nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Além das doações dos sócios, Moro também recebeu aportes de outros dois empresários: Anna Carolina Nabhan, que doou R$ 20 mil, e Fariz Mitri Nabhan, que contribuiu com R$ 5 mil.
De acordo com as normas estabelecidas pelo TSE, as campanhas eleitorais devem manter um registro detalhado das doações recebidas, assegurando a identificação dos doadores e a rastreabilidade dos recursos. Essa medida visa garantir um acompanhamento transparente pela Justiça Eleitoral.
O limite de doações feitas por pessoas físicas é de até 10% do rendimento bruto obtido no ano anterior à eleição. Também é permitido o recebimento de bens móveis ou imóveis, desde que não ultrapassem o valor de R$ 40 mil. O autofinanciamento do candidato é aceito, desde que respeite o teto de gastos estabelecido para o cargo em disputa.
Sérgio Moro, que já atuou como juiz federal e ganhou notoriedade no cenário político nacional, agora busca um espaço na administração pública do Paraná através de sua candidatura ao governo estadual. A movimentação financeira em sua campanha pode influenciar a percepção do eleitorado e o andamento do pleito eleitoral na região.