A Justiça Eleitoral ordenou a suspensão da veiculação desses links de venda nas biografias e publicações dos perfis sob investigação. O ministro também solicitou que fossem apresentados os dados cadastrais, como CNPJ ou CPF, e o endereço dos responsáveis pela loja. Ademais, requeriu a identificação dos proprietários dos links encurtados e sua possível ligação com o programa de afiliados da Shopee, visando verificar se há um controle comum sobre os perfis que se apresentam como independentes.
Cueva, no entanto, rejeitou o pedido para proibir a Shopee e a Bella Chic Store de continuar suas atividades de venda. O pedido de entrega imediata de relatórios de vendas, histórico de comissões e informações financeiras da loja também foi negado pelo ministro.