O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (25) que está satisfeito com o desempenho do que chamou de 'Exército de Lula' e ironizou a preocupação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a iniciativa. Durante participação por telefone em live, Lula disse que líderes como Xi Jinping, presidente da China, e Vladimir Putin, presidente da Rússia, já demonstraram interesse no grupo. "O Trump está com muita preocupação com meu exército porque ele sabe que o nosso é melhor que o dele", declarou.
Lula pediu que os apoiadores ajudem a alcançar a marca de 11 milhões de pessoas no canal de transmissão ainda neste sábado e, em seguida, os 13 milhões de membros. Ele associou o número ao exército e afirmou que a adesão é importante para "salvar a democracia". "Nosso exército não é machista. Nosso exército é da liberdade. No nosso exército é proibido proibir", disse.
O presidente também conclamou os seguidores a fazer um "disparo" contra o adversário por meio dos votos neste domingo (25). "Aquele disparo de votos, uma bala chamada 13", afirmou. Lula disse estar confiante em uma virada na votação e criticou o adversário: "A grande lição que 2026 deixa é que, sem o povo, não se ganham as eleições. O povo quer mudança e não quer retroceder, mas a sociedade precisa se convencer de que não pode eleger um miliciano".
Ainda de acordo com o texto, Lula participa logo mais de um ato ao lado de apoiadores na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. À tarde, o presidente estará em São Paulo, onde fará um ato na Avenida Paulista.